Sobre mim

Matemático não praticante, desenvolvedor incurável e designer compulsivo, desenvolveu extrema habilidade de falar com computadores.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010

De volta aos 30

Inevitavelmente aniversários de datas redondas tipo, 20,30, 40 anos tem um simbolismo maior, fica mais fácil de fazer comparações do tipo: o que eu estava fazendo a 10 anos?
E ainda mais, te fazem tentar mensurar o que você fez nestes últimos 10 anos, e avaliar o quanto de suas expectativas com a vida se realizaram. Em algum ponto esta análise vai te conduzir a pensar quem você é.
Eu sei que uma definição inteira e fechada não é possível, mas algumas análises parciais dá pra fazer.
Eu tento me olhar de fora, como que se vê em uma outra pessoa. Sabe aquela menina magrinha que usa óculos e senta ao seu lado no ônibus? Você, mesmo sem conhecer, julga um monte de coisas sobre ela, tenta encaixa-la em um cem números de estereótipos. Mas como será que ela te vê?  Como será que eu me veria em outra pessoa? Em quais estereótipos eu me encaixaria?
O julgamento faz parte da consciência. Quanto tomamos qualquer decisão ela se baseia em experiências anteriores e inferências dentro do que achamos (ou fomos ensinados) do que é certo. As pessoas fazem isso naturalmente, ou seja, todo mundo julga. Aqui não estou fazendo um juízo de valor se é certo ou errado, até porque tal juízo se encaixa no que eu acabei de dizer.
Eu tento me ver então pelas coisas que eu gosto, ou pelo tipo de coisa que eu deveria gostar e até pelo que eu não gosto. Fazer listas são um exercício interessante de mensurar quem você é, ou o jeito que gostaria de ser visto pelas pessoas.
Então vamos lá.
Vou começar pela lista dos 10 melhores filmes que eu já vi. (aguardem....)

Era isso.

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